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quinta-feira, 22 de maio de 2008

Marcha da Juventude por Jesus

"Só Jesus Salva" é Marketing.

O dízimo é o que interessa.



"Jesus voltará" é propaganda enganosa.

Caso de Procon.

quinta-feira, 26 de abril de 2007

Baixou o Capeta no Bispo

Os que sabem dessas coisas contam: o Malware Maior não se interessa muito pelos “pobres diabos” da Terra. Tudo bem, uma alminha mixuruca a mais sempre é bem vinda; mas, o que interessa mesmo, são essas personalidades que tem poder, que tem influência sobre pessoas. Enquanto mais poderosos, melhor.

Desta vez o Medonho escolheu nada menos que o Senado do Brasil para se manifestar. Mas também o tio Luça tem uma certa dose de inteligência e considerou que acertar duas instituições com a mesma ação seria bem melhor. Aí foi que pegou o Bispo que, por acaso, também é Senador.

Os que sabem dessas coisas dizem: só pode ser o Capeta que pode ter colocado a idéia nos miolos do tal Senabispo ou Bisponador (como preferir / obrigado Jô). É de tal marwadeza que cobre de ridículo Igreja e Senado, desvia personagens importantes de suas funções, produz confusão social e perda de tempo e energia em outro importante segmento. O Besta semeia uma idéia abestada com o fim de criar caos e desgaste social.

Até eu me sinto afetado, pois não gostaria estar escrevendo sobre esta aberração. Mas não acho estar perdendo meu tempo pedindo aos meus fiéis e assíduos leitores dar uma forcinha para exorcizar o homem, evitando sua militância no Partido do Demo.

Eu não sei bem como isso é feito, mas imagino que cada um com a sua crença achará uma forma, junto com amigos, familiares, chegados, co-religionários. Ateus também podem ajudar e até políticos podem exercer seus poderes para botar o homem na trilha da razão, afastando-o do olho gordo que o domina. É assunto que exige mobilização nacional. Blogueiros, mobilizai-vos!

A idéia estapafúrdia é modificar a Lei Rouanet, criada com o intuito de apoiar a produção cultural no País, pretendendo qualificar qualquer “crença” (leia-se religião) para usufruir dos minguados recursos que esta Lei disponibiliza. As igrejas degradadas participando do show-bizz zorra total apoiadas por políticos que nada melhor são capazes de fazer. Sem dúvida “O Paraiso de Capeta”.

KD a separação de Igreja e Estado?

Cai Fora Satanás!!!

Pra me credenciar como entendedor nos assuntos místicos podes conferir meu livro “Eu Disse...” (Prosa Divina), que podes ler ou baixar grátis em formato PDF.

domingo, 15 de abril de 2007

Muçulmanos proibidos de negociar online


Sob o argumento que os investimentos pagam juros e garantem lucros, os muçulmanos da Malásia ficam proibidos de usar a internet para investir na bolsa ou efetuar transações econômicas. Abdul Shukor Hasim, presidente do Conselho Nacional Islámico, argumenta que o uso da internet deve parar imediatamente, para os fins mencionados, porque transgridem os princípios do Islã.


A notícia veiculada pela Folha Informâtica (13.4.2k7), pode parecer meio esquisita aos adeptos do religionismo cristão. Mas devemos lembrar que, até uns 200 anos antes da invasão do Continente Americano, a igreja católica tinha postura similar; sem internet é claro. Os prestamistas eram condenados ao eterno fogo infernal.


O papa de plantão naquele tempo decretou que daí em diante só iam passar um tempinho no purgatório. Sem dúvida que essa ação deu um grande impulso ao mercantilismo e colocou a base do capitalismo desumano que está destruíndo o planeta e a sociedade. Os prestamistas de então transformaram-se num poder financeiro absoluto que configura um para-estado, ainda mais poderoso que o estado político. Isso com pleno apóio e cumplicidade duma igreja que há muitos séculos esqueceu o 'para 'que' de sua fundação.


Hoje a degradada religião ocidental explora o God Card, cartão de crédito que usa deus como garoto propaganda. Com certeza que os 'brimos' lá na Malásia não estão achando somente esquisito.


Retrocedendo mais um pouco na história encontramos aquele deus chamado Hermes ou Mercúrio por gregos e romanos. Era o protetor dos ladrões, dos vigaristas e dos comerciantes. Parece estar vivinho e atuante até nos dias de hoje.