quinta-feira, 5 de abril de 2007

Olha essa Bagunça Danada!

Ainda deve ter alguns véios vivos que se lembram de Art Buchwald, um humorista norteamerikano. E se ninguém se alembra, tanto faz. O caso é que o cara enxergou o problema no ano 1970. Pena é que há tantos governos que ainda não enxergam nada.

Veja o que escreveu naquele ano:


“E o Homem criou a sacola de plástico e as latas de estanho e de alumínio e o embrulho de celofane e o prato de papelão, e isto foi bom porque o Homem pôde pegar seu carro e comprar todo seu alimento em um só lugar e Ele pôde guardar tudo o que é bom para comer na geladeira e jogar fora o que não tinha mais uso. E logo a Terra estava coberta de sacolas de plástico e latinhas de alumínio e pratos de papelão e garrafas descartáveis e não havia onde sentar ou caminhar, e o Homem balançou a cabeça e gritou: “Olha essa bagunça danada!”


As pessoas que levam suas compras pra casa em sacolas de plástico não conseguem enxergar o tamanho do problema. Um par de sacolinhas, ou meia dúzia, parecem coisa tão inofensiva. Mas os números são chocantes e alertam sobre um problema muito preocupante.


É claro que temos outros problemas que nos pressionam. A diferença é que este tem uma solução bem fácil. Sacolas reutilizáveis são a solução. Coloque um imposto sobre sacolas de plástico e o problema desaparece.


Não precisa acreditar em mim. A Irlanda colocou uma taxa, e o uso das sacolinhas caiu 90% em um ano. E não foi que os irlandeses deixaram de fazer compras, não. Simplesmente levam suas sacolas reutilizáveis quando vão ao mercado ou no shopping.


Frase do dia: “Se sexo é o que importa, só o rock é sobre amor!” (Bidê ou Balde).

Atualizando Matrixgá


Ontem tive uma interessante conversa telefônica com Ana, da FunVerde nesta cidade. A primeira conseqüência é que preciso retificar meu último post sobre sacolas. A verdade é que os supermercados BomDia e BemBom também estão usando sacolas do tipo oxibiodegradáveis. Também existem vários outros comércios que as estão adotando, mas não dá para encher o blog de logos. Não ganho nada com isto e não estou fazendo para ordenhar a vaca da vez.


Ana também me informa que existem 800 fábricas de sacolas oxibiodegradáveis no Brasil. Pô gente, esse é um fato que, no mínimo, merece tanta atençaõ como os biocombustíveis. A mídia e os políticos, em geral, estão se furtando de encarar o problema dos plásticos. Só a iniciativa privada e algumas Ongs não dão conta.


O que faço de coração é incentivar o pessoal a navegar pelo sítio da FunVerde. Tem muita informação valiosa e possui uma interatividade manera, sem burocracia. Bacana é que estão fazendo “sacolas de uso permanente”.

Adquira e apóie!

Se atualize visitando esse endereço. Não tem sentido eu copiar e repetir tudo aqui. Aliás, os números que eu achava 'meio conservadores' (em post anterior) se revelam muito superiores. Sem dúvida que tem gente por aí querendo nos enganar para próprio proveito.


Tenho certeza que não sou o único esperando os supermercados considerados “grandes e poderosos” se manifestar. SuperMuffato, Cóndor, São Francisco, Big, Mercadorama, Rede+Mais e alguns outros são responsáveis pela maior parte das 15 milhões de sacolas de plástico usadas na cidade mensalmente. Estão esperando o que?


Playlist: Nick Cave & The Bad Seeds: oh brother, my cup is empty (mp3 com scratch de vinil).

quarta-feira, 4 de abril de 2007

Sacolas Biodegradáveis em Matrixgá

Sob o título “Supermercados adotam sacolas biodegradáveis”, a Gazeta do Povo, Curitiba, informou que esse tipo de sacolas começarão a ser usadas nos supermercados a partir do 20/10/2k6, aqui em Maringá.


Um dado interessante, relevante, é que são usadas mensalmente 6 milhões de sacolas pelo comércio da cidade. Dá uma média de umas 240 por habitante/ano. No total anual estariamos esbanjando coisa de 72 milhões de sacolas. Segundo o Sindicato da Indústria de Material Plástico, os supermercados de todo o Estado utilizam 80 milhões de sacolas por mês. Chega perto do bilhão por ano.


Mesmo achando esses vultosos números meio conservadores, gostaria de vê-las todas juntas, do lado do monte de grana que isso nos custa. Pensar que a cidade mal recicla 3% do total de lixo produzido. O resto vai parar num lixão totalmente inadequado. Ou precisamos do quê para cair em conta do prejuízo? É de arrepiar, conhecendo as conseqüências.


Quando se fala em “cidade verde” não é coisa de cor pintada, nem menção a um monte de árvores plantadas nas ruas. 'Ser verde' é uma referência a uma atitude social relacionada ao meio ambiente, ao destino do lixo, ao consumo consciente, à sustentabilidade de iniciativas e empreendimentos, e poraí.


Temos que reconhecer nosso baixo desempenho nesses quesitos. Por isso merece destaque a Rede de Supermercados Cidade Canção, com seis lojas na cidade e mais quatro na região. Afinal é a primeira rede supermercadista no Brasil a implementar o uso de sacolas oxibiodegradáveis. Mas, após quase seis meses da notícia original, ainda está sozinha na empreitada.


É claro e óbvio que há um lobby querendo dificultar a transição a sacolas mais ecologicamente amigáveis. Parece momento adequado para nossos vereadores usarem seus laptops para implementar medidas que incentivem e promovam o uso de tecnologias 'verdes', ecologicamente sustentáveis, banindo aquilo que não é conveniente para nós. Estão esperando o quê?


Por minha parte, reconheço que sou meio chato e insisto: a única sacola sustentável é aquela que você reutiliza muitas e muitas vezes, durante anos a fio. E faço lobby para você adotar uma sacola de pano, de um tecido de boa qualidade.

Xadrez 3D


Para um véio criado nas visões do Imperialismo Espacial, nada mais legal que resgatar o Xadrez 3D do seriado Guerra nas Estrelas. Tipo 'faça você mesm@', com as regras, neste link.

Papai Noel: quero um pra jogar no meu computador, contra a máquina e também com outros online.

terça-feira, 3 de abril de 2007

De quem é o Problema?

Quando milhões de sacolas de plástico vão pro lixo é o governo quem limpa a sujeira e encara as conseqüências ambientais. Isso tem altos custos, financiados pelos impostos que os cidadãos pagam.

A gente já está pagando pelas sacolinhas que recebe nos mercados e lojas. Seu valor está embutido no preço do artigo que estamos comprando. Até lucro o comerciante deve tirar de este investimento. A maioria das sacolas usamos uma vez e jogamos fora. Não estamos percebendo que também pagamos por nos livrar delas. Digo econômica e ambientalmente, coisa que está muito relacionada.

A grande maioria dos governos, seja dos países, dos estados ou municípios, faz de conta que não é problema deles. Aliás, aqueles “responsáveis eleitos” dificilmente fazem alguma coisa sem pressão popular organizada.

O Governo da Austrália tomou uma iniciativa interessante: quer eliminar o uso de sacolas de plástico até o fim de 2k8. Montou um site sobre a questão. O próprio Ministro do Meio Ambiente criou uma página sobre o assunto.

A questão está fervilhando planeta afora, e nós aqui?... Meio longe de países como Bósnia, Irlanda, Quênia, Bangladesh, ou de cidades como San Francisco, Los Angeles, Sacramento, Paris, que se comprometeram a se livrar das nojentas sacolas por sempre jamais. Na África do Sul a mera distribuição dessas sacolinhas pode dar cadeia.

O Estado indiano de Maharasha proibiu a fabricação, venda e uso de todo tipo de sacolas plásticas. Isso depois que entupiram a rede de escoamento pluvial, o que causou grandes alagamentos na época de chuvas. Qualquer semelhança com o Brasil é mera coincidência.

Ainda pensa que não é problema seu?

Não é o que pensam os parisienses. Eles querem banir as famigeradas ainda neste ano 2k7. O caso é que elas somam 8.000 toneladas de lixo por ano, a um custo de US$ 2 milhões. O resto da França segue o exemplo até 2k10.

Está na hora de assumir: Diga NÂO às Sacolas de Plástico!

Use e reuse a mesma sacola, aquela sua própria, preferentemente de pano.

segunda-feira, 2 de abril de 2007

Sacolas Reutilizáveis fazem mais Sentido

Você vai mesmo seguir usando sacolas de plástico? Vai ver que não deviamos fazer isso. Até quando você se preocupa com a humanidade, não dão para usar mais de uma ou duas vezes. Essas sacolas foram feitas para ser jogadas fora. Qualquer coisa dita em contrário é puro engano, é falso e falaz.

Considere os Custos Ocultos
Essas nossas conhecidas sacolinhas de mercado são feitas de polietileno de alta densidade, que é manufaturado de petróleo, um recurso não renovável. Estima-se que cerca de 12 milhões de barris seriam necessários para fabricar 100 bilhões de sacolas. Isso seria só o que os norteamerikanos consomem por ano.
No planeta inteiro, entre 500 bilhões e 1 (hum) trilhão de sacolas são consumidas anualmente, de acordo com reusablebags.com . Por mais boa vontade que a gente tiver, não é possível reutilizar tamanha quantidade.

Reciclar sacolas é uma opção que requer energia, tanto na coleta como no processamento,
e não encara a questão de disuadir o seu uso. Também, só de 1 a 3% destas são recicladas. Este é um magnífico exemplo do péssimo gerenciamento da economia planetária, ficando muito longe de uma solução sustentável. Pior é que você está pagando por todo esse esbanjamento.

Soluções?

Alguns países como Taiwan, Bangladesh e África do Sul as proibiram. A Irlanda instituiu uma taxa de 15 centavos por cada sacola usada, que é paga pelos consumidores diretamente
no caixa da loja. Isso levou a uma queda de 90% no seu uso. Também levantou uns $ 9.6 milhões para um "fundo verde", estabelecido para beneficiar o meio ambiente.

Se estamos procurando produtos ecoamigáveis, não faz sentido recebé-los embrulhados em plástico. No caso, só faz sentido o uso de sacolas permanentes, reusáveis, reutilizáveis, como as de tecido. Como no tempo da vovó (sem preconceito).

Caos Aéreo

Nada mais injusto que processar os Controladores de Vôo por um Tribunal Militar, pela atitude assumida no final de semana passado. Foi resultado do tratamento deles como militares. Obedece e cala a boca. Abrir a boca, encaminhar relatório, se manifestar sobre as claras e óbvias falhas e carências no sistema de controle aéreo, é punido severamente. Aí deu no que deu.


Vai fundo no caso, os caras nem deveriam ser militares e o governo está começando a reconhecer esse fato. Há longo tempo eles estão pedindo a desmilitarização do setor. Até agora não foram atendidos. Deu no que deu.


Isso tudo não é insubordinação, mas uma forma que uma minoria especializada foi pressionada a adotar, para chamar a atenção sobre um problema bastante grave. Este, como os próprios Controladores manifestam, vai bem além de reivindicações gremiais. O estado da infraestrutura que pretende controlar o tráfego aéreo é bem precário. Nem Aeronáutica nem Governo estão se mexendo o suficiente para encarar a situação. Deu no que deu.


A sociedade toda (incluíndo todos aqueles que estavam presentes nos aeroportos na hora do caos acontecer), deveriam agradecer o sacrifício dessa turma. Se houver irregularidades no seu proceder, poderiam ser julgados pelo Código Civil. Não procede serem julgados pelos que são diretamente afetados. Ninguém merece o que isso pode dar. O problema real é outro, não é culpa deles e não adianta tirar o bumbum da seringa.

add to playlist:

Brian Setzer Orchestra. Tocava com Stray Cats. Quase todo o álbum é bem escvutável. Lembro de "baladas" adolescentes. Classicão com roupa nova, mas sempre no rock, mesmo com bigband.

Sacolas de Plástico

Esse assunto das sacolas de plástico está nem que sonzeira na minha cabeça. Tem pano pra manga e calça comprida. Acho que devemos ser mais responsáveis e que estamos todos obrigados a nos questionar alguns hábitos. Como questionar o hábito de usar sacolas de plástico, suas implicações, os efeitos... enfim, o quê poderíamos acrescentar para esclarecer a questão.

O formato “blog” permite certa mobilidade, se apoiado pela integração de outras mídias eletrônicas. Mas, como formato 'em si mesmo' não é um veículo de alta mobilidade. Ninguém vai ver nem saber da tua existência, se não estabelecer uma rede de relacionamento. Geralmente baseada num interesse comum. O sistema de comunicação disponível inclui outros blogs, e-mail, sítios, papos online onde é cada vez mais freqüente o uso da webcam (basicão da vídeoconferência), Orkut, U2B, ADSL+500k, e poraí.

Insisto no assunto 'sacolas de plástico', zun zun na cabeça. Cháma-se 'ruído' ou 'barulho', copresente na mentação. Sacolas plásticas martela...

Cuumplicadu? Não sei. Mas é um monte de trabalho, que cresce na medida da resposta obtida.

Como eu nunca antes fiz uso destas ferramentas em forma integrada, o desafio na minha frente é o bastante interessante como para querer encarar. Tem acesso legalmente gratuito a programas e provedores de espaço virtual. O que dá pra fazer com tudo isso na mão? No mínimo aprendo alguma coisa.

O lançamento do desafio foi acontecendo a partir do sábado à noite, quando abri uma garrafa de Santa Ana, Tinto Selección, Safra 2006, 12° vol. Origem: Mendoça, Argentina, litro de 1.000 ml! E outra “!”: R$ 8,e quebrados no supermercado. Como diriam por lá: litriado pra quebrar o galho.

Então, o assunto é centralizar a atenção à temática pontualmente, focalizando no relacionamento com indivíduos e entidades afins.

Domingo fui dando umas bicadinhas no copo, enquanto preparava uma porção de Paccottini com ricota e nozes. Made in Argentina, o mais barato e de melhor qualidade na prateleira refrigerada do supermercado. Embalado em caixinha de plástico, que é colocada no forno para cozinhar o conteúdo (!). Tô doido mesmo! Mas que estava uma delícia... O vinho deve proteger contra esses preparados (crença popular). Queijo ralado “Crioulo”, brazuka mesmo, e menciono a marca porque não gosto de mais nenhum.

Deu pro gasto e resultou neste texto, sem traços do litrão consumido, nem no corpo, nem na mente. Normal. Deu no que está escrito aqui nesta segunda feira de manhã, quando deveria assumir algumas tarefas domésticas. Só dá tempo para digitar o escrito. 02/04/07 - 10:44:03 e-e_x

Nunca é Tarde nem Cedo Demais para Aprender

e só se Aprende Tentando Fazer

formatando playlist:

Bidê ou Balde, back to quinze

The Levee's Gonna Break, Modern Times, Bob Dylan

Canned Heat, On the road again

Emmylou Harris, Red Dirt Girl

Ela Não Quer Usar Burca

domingo, 1 de abril de 2007

Sacolas Plásticas entortam genes

Na sexta feira passda postei uma matéria sobre Sacolas de Plástico. Foi uma introdução a um tema que quero desenvolver mais pontualmente. Vou pegar alguns assuntos em forma randômica, é dizer, não por ordem de importância relativa nem por interesses, mas porque sim e daí.

As afirmações a continuação foram feitas por Mr. Fred fom Saal, professor de Biologia Reprodutiva na Universidade de Missouri, Columbia, USA, em novembro 2k7.

As sacolas de plástico entortam genes. O culpável é um ingrediente nos plásticos chamado phthalates.
Ele escoa em seu alimento desde embalagens de plástico e entra em seu sistema sangüíneo.

O resultado: Mulheres com altos níveis de quatro phthalates diferentes têm tendência a ter filhos com uma abrangência de condições, desde pênis menores e testículos que não descem, até um perineo mais curto (a distância entre os genitais e o ânus.)

“Todo o aspecto de identidade masculina é alterada, como pode ser observado em animais". – afirma o cara – "Níveis de agressão, comportamento paternal e até a velocidade de aprendizagem é afetada”.

As difrenças indicam uma afeminação dos rapazes similar ao que foi observado em animais expostos a esses químicos.

Ai ai ai ai...

San Francisco, Cal. proíbe Sacolas Plásticas

Não posso me furtar ao repasse de uma informação relevante que está causando impacto no mundo inteiro. Faço referência a Forbes and Bloomberg, ao Financial Times, ao Gulf Times, ao China Post, todos mencionando esta matéria. Implicações podem ser colossais, se outras cidades dos EUA e do mundo seguissem o exemplo.
A repercussão internacional é forte. A decisão é parte de uma tendência por assegurar que uma economia que pense no futuro, seja uma que entenda suas relações com nosso meio ambiente.
A nova lei requer que supermercados e "drugstores" ofereçam a seus clientes sacolas de papel reciclável, de plástico biodegradável ou de pano reusável.

Do "
Vancouver Eco Blog", através do blog "Saving Our Planet", original de "Mondokoosh73".

sexta-feira, 30 de março de 2007

Fazendo e aprendendo

Quando comecei este blog comentei "seja o que conseguir fazer". Com isso estou implicitamente reconhecendo que não sou muito experto no assunto. Também, é meu primeiro blog. Mas a gente vai aprendendo... e fazendo, meio como de acaso, mas vai dando certo.
Faltam ainda vários detalhes, mas o triunfo de hoje é colocar vídeo e texto num post. Ameaço com mais no futuro.

Atualização 1

Este vídeo devia complementar a postagem sobre drogas, embaixo. O lendário grupo rockeiro Steppenwolf apareceu com este som no filme-ícone “Easy Rider”, fins dos anos 60. Veja uma nova versão por eles mesmo, do ano passado, filmada ao vivo por um amador.

Deus Amaldiçõe o Traficante

Atualização 2

Então, para ficar em dia com assuntos passados, coloco aqui um sonzinho dedicado carinhosamente aos integrantes do exército amerikano no Vietraq e de todo coração ao nosso Imperador Buxa Khan, quem de forma magistral nos mostra que a história sim se repete.

Sacolas de Plástico são um Grande Problema

sa.co.la Saco de tamanho médio, em geral distensível, provido de alças, usado para fazer pequenas compras, carregar ferramentas, roupas etc.

Caí em conta que o assunto relativo às populares sacolas de plástico é um problema grande, imenso, gravíssimo, bem maior do q
ue podemos enxergar. Fiquei choqueado ao descobrir a quantidade de plástico que o mundo está jogando fora cada dia. É um assunto que tem a ver com todos nós.

O problema com as sacolas de plástico começa no fato que só as vemos uma de cada vez e é difícil imaginar um milhão de sacolas sendo descartadas cada minuto. Este lixo plástico não é biodegradável, sufoca os lixões ou é engolido por animais terrestres e marinhos que tem mortes horrorosas porque o plástico é tóxico e indigerível. Milhões de pessoas hoje estão completamente desorientadas em relação ao que está acontecendo ao seu redor.

Vejamos alguns fatos:
Sacolas plásticas podem levar de 500 a 1000 anos para decompor;
As sacolas que são usadas pelos supermercados podem cobrir grande parte do país em até 20 anos;
Quando uma tonelada de sacolas são reusadas ou recicladas, 11 barris de petróleo são poupados;
Há vários países que estão tomando medidas drásticas para reduzir ou até impedir seu uso;
Grandes empresas mundo afora estão incentivando seus clientes a usar sacolas não plásticas, reutilizáveis, como nos tempos da vovó;
O plástico das sacolas 'entorta' genes humanos;
Periga não haver mais peixes até 2050, por culpa do lixo plástico;
Tem sacolas biodegradáveis que são um grande engodo;
Há custos ocultos: você está pagando pelo que joga fora;
Sacolas de plástico causam mais problemas que a energia atômica.

Achei uma apresentação de slides bem interessante, mas você tem que fazer sua parte pra ver. Clique no ícone da gotinha embaixo, à direita; baixe para seu computador e assista.

quarta-feira, 28 de março de 2007

Estamos todos ligados online

Para começar, um bilhão de pessoas estão online agora. Não dá para dar real importância a este fato em poucas palavras. Qualquer que seja o negócio baseado na rede que você queira estabelecer, você sabe que agora tem uma audiência potencial. Esta pode ser alcançada com custo orçamentário mínimo, próximo a zero, sendo que boas idéias vão se espalhar instantaneamente, graças à blogosfera.

Segundo, esta imensa audiência faz compras online. Nos EUA consumidores gastaram 200 bilhões de dólares no ano passado; os europeus torraram 100 bilhões em bens e serviços; na Ásia as vendas online ficaram em dezenas de bilhões.

Terceiro, nos anos recentes registra-se uma mudança determinante de “visitar” para “participar” (ou também “agrupar”) no mundo virtual. Assim, os consumidores estão se tornando mais ativos e participativos, integrando os conceitos de “audiência” e “participação”.

Identificada esta tendência, empresas de publicidade e propaganda se encontram ante o desafio de criar novas formas para produtos e serviços, dando uma nova cara ao marketing tradicional.

Fotos de Rockeiros

Em dias do Natal 2k6 achei na rede um velho amigo dos tempos quando morei na Noruega (1976-80). Ele era estudante de geografia e eu trabalhava. Passei por uma grande Editora e gerenciei uma loja de artigos fotográficos.

Nosso interesse comum era baseado na fotografia, na música e nos bons vinhos. Assistimos vários shows juntos ou separados, com o objetivo de fotografar. Das minhas fotos não sobrou uma nem para amostra. É uma história triste e revoltante, que tento apagar de minha memória para não me aborrecer a toa.

Mas as fotos do Hans Arne Nakrem estão aí (aqui) na rede, para ver e curtir.
O cara hoje é um paleontólogo de fama internacional e segue sendo um excelente fotógrafo, além de ser daquele tipo de amigão que a gente guarda no coração pelo resto da vida.

Autorizando a inclusão da coleção neste blog, só me pede para advertir que todas as fotos estão legalmente protegidas. Se alguém quiser fazer uso de alguma pode lhe enviar e-mail pelo site, em inglés ou norueguês.


segunda-feira, 26 de março de 2007

Descriminaliza Já!

Até uns 35 anos atrás eu morava no Chile. A maconha era plantada livremente pelos camponeses, que usavam os troncos da planta para manufaturar cordas, cestas, tapetes e outros utensílios. As sementes eram vendidas em qualquer venda ou mercadinho, sendo usadas para dar a passarinhos, especialmente os cantores, como canários. A folharada era devolvida à terra como adubo verde. Naquele tempo, as solas das alpargatas eram feitas desse cánhamo (bah, tchê).
Nos começos dos anos 70, no governo socialista de Salvador Allende, a maconha ainda nem era considerada legalmente como uma droga. Lembro de estatísticas daqueles anos: a maior parte da população havia experimentado e a metade até 30 anos estava usando. Sem problemas...
O governo popular estava em vias de aprovar uma lei que dava opção ao usuário (de qualquer droga) de se internar voluntariamente para tratamento. As "clínicas" seriam comunidades autosustentáveis estabelecidas no campo.

Não havia grande rejeição social aos usuários, nem a sociedade em geral sentia-se prejudicada. Fumava-se em qualquer lugar público: ruas, praças, estádios, até no cinema. Havia sim condenação social ao traficante. Acontecia que usuários afugentassem ou até agredissem vendedores nas portas de escolas e colégios. Não lembro de outras manifestações violentas que possam ser atribuídas diretamente a usuários da tal "droga maldita".
Foto Wikipedia

A cultura dos usuários estabelecia próprias leis e costumes: quem tinha, convidava. Se não tinha, não tinha mesmo para ninguém. No máximo, havia escambo com o camponés, quem geralmente se contentava com roupas usadas.
Me esforço, mas não consigo lembrar crimes relacionados com usuários, em uma época violenta, quando a política e o uso de álcool produziam vítimas diárias.
Depois do sangrento golpe do Pinochet (salvei a vida por ter viajado) as coisas mudaram: foram adotadas as diretrizes amerikanas. O resultado: tráfico, violência, um monte de gente comum e normal convertida em criminosos, perseguidos, enchendo presídios a custa do erário público (léia-se: dos contribuintes). Sem falar de tantos outros complicadores que afetam a sociedade.
E todo esse depoimento a troca de que?
Excelentíssimo Senhor Sérgio Cabral, Governador do Rio de Janeiro: este humilde bloguista-blogueiro apóia sua postura frente ao assunto tratado.
Para informação mais completa pode ler o livro "Maconha", escrito pelo Deputado Federal Fernando Gabeira.

Morte Decretada

O véio Ruindous Mídia Player ficou com os dias contados.

Visitando um Blog no qual estou viciado encontrei esta dica e não posso mais que passar pra frente: apareceu um Pássaro Cantor que supera todos os players conhecidos. Instalei hoje (aliás já é o dia seguinte) e coloquei seu ninho na minha máquina.

A banda Songbird ensaiando pro funeral do WMP

O Songbird vai muito além daquilo que a gente acostuma achar num player "antigo". Integrado com o Mozilla-Firefox, esta bolação dos criadores do Winamp surfa na rede procurando toda sonzeira disponível, se integra com o Ipod, com a last.fm, a Wikipedia, mecanismos de busca, rádios... tem tanto plug-in que falta espaço aqui para descrever.
Se duvidar, antes de baixar ligue os alto-falantes e assista este vídeo (em inglês, claro).

Etanol Caseiro

O biocombustível é uma dessas coisas que (quase) todo agricultor está visando para (até que enfim) tirar uns bemvindos lucrinhos a mais. O etanol ou alcool combustível pode ser feito de várias procedências, mas em esta região do noroeste paranaense está tudo se centralizando na cana de açucar, mas também pode ser poduzido de milho.
Agricultores da região estão enxergando a possibilidade de agregar valor a sua produção, mas tropeçam na necessidade de vultuosos investimentos.
De fato, é possivel montar um pequeno alambique no sítio ou fazendinha com um investimento relativamente pequeno. Dá para produzir para o consumo próprio e até para sobrar.
A informação está em inglês (em arquivo pdf) e traz uns desenhos compreensíveis de meia dúzia de variações.

sábado, 24 de março de 2007

Sabadão Informático

Só pra não deixar passar o dia sem uma entrada no blog. Usei a maior parte do dia pesquisando programinhas para adicionar a este e outros mais que testarei para ver se realmente posso realizar algumas tarefas sem recorrer a programas pagos, sejam do Bill ou de outros.
Espero que, nos próximos dias, consiga mostrar aqui algumas novidades que devem deixar a página mais interessante. O problema é que tenho que inserir alguns códigos html e não sou muito experto nisso.
Também dei uma boa navegada no universo dos blogs. Até dá pra achar alguma coisa interessante, ainda que a maioria seja em inglês. Prometo que colocarei um link a um texto que ensina a fabricação de etanol caseiro. Hoje não, estou de ressaca informática...
Foi tanto assim que esqueci o jogão da selecinha contra os fregueses chilenitos. Só assisti o segundo tempo, bastante para ficar satisfeito com o desempenho.
Então, pra fechar, vai uma torcida pelo Galo Adap Maringá, o melhor time do noroeste do Paraná, amanhã contra o Paraná Clube na Capital.

sexta-feira, 23 de março de 2007

Alerta 5 / 5

Alerta vermelho
2007

Não Fique só na Torcida
Faça sua Parte!

Programas Livres e Gratuitos

Demorou, passaram vários anos, até que hoje podemos dispor de alguns programas livres e gratuitos que nada deixam a desejar frente a alguns Microsofts da vida, que a maioria dos cidadãos usam em versões piratas. Com vantagens em alguns casos.Um deles é o OpenOffice que, na versão 2.1, não apresenta mais os paus (ou bugs) de versões anteriores. Têm programas de texto, planilha, apresentação, banco de dados, equações matemáticas e até de desenho, tipo Corel simplificado. Todos podem salvar em pdf, como o Office 2007.

Como complemento dá pra usar o Gimp, um tipo de Photoshop, bem maneiro.
Manda bala, experimenta; tudo roda direitinho no Ruimdous.

quinta-feira, 22 de março de 2007

Alerta 4 / 5

2006

Alerta Laranja

Participando na Campanha Mundial

pelo fim da guerra do Iraq

Dia Mundial da Água

No fim do século passado fiz um trabalho chamado "Água - O Problema do Século XXI", o que me poupa de escrever mais sobre o assunto agora.
Mas não dá para não mencionar a gravidade do problema, equivalente à importância do aquecimento global.
O arquivo do link acima é PDF e pode ser lido online ou baixado de graça, se tiver o Adobe Reader instalado no seu computador.

quarta-feira, 21 de março de 2007

Alerta 3 / 5

2005
Alerta Amarela

Participando da Campanha Mundial
pelo fim da Guerra do Iraq

Eficiência Energética

Pelo que dá pra ver até aqui, parece um blog dedicado à guerra e à violência. Nada mais longe da intenção original, mas acontece que o lançamento coincidiu com a semana de protestos pelos quatro anos de uma guerra imbecil, estúpida e imoral. Aliás, todas as guerras são imorais, estúpidas e imbecis.
Então, para amenizar e não fugir do que é importante para nós humanos, coloco aqui um link a um trabalho - em forma de cartilha - sobre Eficiência Energética. Acho que é um dos trabalhos mais sérios e completos que podem ser encontrados na rede e espero que possa ser de utilidade para quem acessar.
Foi lançada o dia 9 de março por um conjunto de ONGs brasileiras, como parte da “Campanha Popular por Eficiência Energética, para todos, por um mundo sustentável”.
A cartilha também está disponível para consulta nos sites das entidades Amigos da Terra/Brasil, Fórum Carajás, WWF Brasil e Vitae Civilis, que integram o GT Energia do Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (FBOMS).
PS: Parabéns para o WebMaster!

terça-feira, 20 de março de 2007

Alerta 2 / 5

2004

Alerta Azul


Participando da Campanha Mundial
pelo fim da Guerra do Iraq

Guerra Civil? Onde?

Não sou muito chegado em estatísticas, menos ainda naquelas sobre mortes violentas. Mas têm números que fazem pensar.
Por contas oficiais, o total de todos os mortos em quatro anos de guerra no Vietraq ronda pelos 40 - 60.000.
Aqui em Terra Brasilis contam-se 50.000 assassinatos por ano.
A quantidade de PM's mortos no Rio e em Sampa, nos últimos dias passados, praticamente empata com os milikos mortos no Iraq, no mesmo período.
O índice geral de criminalidade social é bem maior aqui que lá. E olha que aqui todos dizem ser cristãos.
Comentar é função tua, não minha.

Custos Comparativos duma Guerra

O economista Joseph Stiglitz (prêmio Nobel de Economia) calcula que um minuto de guerra no Vietraq custa US$ 380.000.
De acordo com a ONU, custa US$ 0,19 alimentar uma criança por dia nos países mais lascados, onde morrem 20.000 crianças por dia, de fome. Morreram uns 15 enquanto você leu este post.
Pelo valor de um minuto de guerra daria para alimentar uns 2 milhões de crianças por dia. Um dia de guerra enche a barriga de 8 milhões de crianças por ano.
Existem 800 mil famintos no planeta. Três ou quatro meses de guerra no Vietraq alimentariam todos os pobres do mundo.
NorteAmerikanos gostam de fazer querra, mas nunca encararam alimentar os famintos do planeta. Não sou muito bom de números, pode haver algúm erro nas contas, mas parece que deve haver alguma coisa meio errada na política externa imperial.
Foto: Robert Kasca

segunda-feira, 19 de março de 2007

Alerta 1 / 5

2003

Alerta Verde

Participando da Campanha Mundial

pelo fim da Guerra do Iraq

Quer adiantar e ver o que vem nos próximos dias: clique na foto.